quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Mateus e sua dor de crescimento




Meu menino está com 4 anos e sua curva de crescimento está ligeiramente acima da média dos meninos de sua idade. Isso não é nenhuma vantagem a meu ver. Meu bichinho é sempre o último na fila da escolinha (que coloca as crianças em ordem de tamanho), veste roupas tamanho 8 anos e tenho medo dele ser barrado em brinquedos que limitam a idade (porque ninguém acredita que ele tem só 4 anos).
A útima desvantagem apareceu esta semana. Na segunda ele acordou reclamando de dores nas pernas, saiu da cama meio mancando (parecia um bebê com a fralda cheia de cocô, rs) e falando que estava com dores nas pernas. Não dei muita bola, achei que era por ter brincado bastante no dia anterior. No meio da tarde minha mãe me ligou dizendo que ele continuava reclamando de dores, deu analgésico pra ele, passou gelol e não o mandou para a escolinha. Pensei que no dia seguinte as dores cessariam, mas que nada, ele amanheceu pior. Levei-o então, ao médico. Depois dos exames veio o diagnóstico: dor de crescimento. Como assim Doutor? A única dor de crescimento que eu conhecia é a dor que a mãe sente ao ver seu bebezinho crescendo e saber que nunca mais vai poder pegá-lo no colo!!! Pois é, existe e é assim:

Quais  as principais características das dores de crescimento? 
As crianças e jovens reclamam de dores nos membros inferiores, ou seja, nos pés e nas pernas, no final da tarde ou à noite. São dores intensas, que podem ser diárias ou esporádicas. Uma história típica é a da criança que vai dormir bem e acorda chorando com dor. O exame clínico geralmente mostra que a criança não possui nenhuma doença aparente, nem possui sinais de inflamação articular. Apesar de não ter causa conhecida pela medicina nem consenso entre os pesquisadores, as dores do crescimento são reais. Trata-se de uma doença benigna, que some ao término do processo de crescimento, sem deixar sequelas. 
Existe  alguma forma de prevenir o problema, ou atenuá-lo?                           
Não há prevenção para dores do crescimento. Para atenuá-lo, durante as crises, a indicação é a ingestão de analgésicos e aplicação de massagens e compressas quentes. Cerca de um terço das crianças com dores do crescimento têm alívio apenas com a aplicação de compressas e massagens locais. Não há necessidade de tratamento preventivo.
 
No  momento em que a criança está sentindo dores, o que os pais devem fazer? A indicação é a ingestão de analgésicos e aplicação de massagens e compressas quentes. Cerca de um terço das crianças com dores do crescimento têm alívio apenas com a aplicação de compressas e massagens locais. Não há necessidade de tratamento preventivo.
E é isso! Meu bebê está na fase do estirão (que segundo o médico vai dos 4 aos 6 anos), os ossos crescem depressa demais e os músculos não conseguem acompanhar, levando a essas distensões musculares. Ele está em repouso já há 3 dias e está bem melhor!

Crescer dói!!! 


Um comentário:

Maíra disse...

Gente, eu nunca tinha ouvido falar desse diagnóstico! rs! Interessante!

Ele é grandão mesmo, né, amiga? E tá tão lindo!

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